terça-feira, 5 de outubro de 2010

Amazônia: nova decisão da câmara técnica de Agronomia sobre atribuição profissional

Recomendo a todos o acesso ao link da decisão da Câmara Técnica de Agronomia sobre as atribuições profissionais, no tocante às licenças ambientais junto à SEMA/PA.

Amazônia: a quem pode interessar as eleições?

Marina Silva acabou de levar cerca de 20% dos votos do Brasil para a sacola dos ecoloucos. Com tal bagatela, Serra e Dilma já estão no encalço. Ou seja, Marina e sua cambada de ecoloucos, com seu papagaio de pirata do lado, agora são o fiel da balança eleitoral.

Ao povo da Amazônia e do Brasil cabe decidir em quem votar, sem esquecer que Marina perdeu no Acre, sua terra natal. Se é verdade que santo de casa não faz milagre, melhor pensarmos bem aqui na Amazônia, porque os seringueiros já deram o seu recado: Marina não!

Amazônia: Pará não pode parar

Amazonia.org.br publicou

Segundo maior estado brasileiro, Pará é a 13ª economia do país - 03/10/2010

Local: Brasília - DF
Fonte: Agência Brasil - EBC
Link: http://www.agenciabrasil.gov.br/


Apesar de ser o segundo maior estado brasileiro, com mais de 1,24 milhão de quilômetros quadrados divididos em 144 municípios, o Pará é apenas o 13º no ranking de Produto Interno Bruto (PIB) estadual, com R$ 49,5 bilhões anuais – dados de 2007. Já no ranking do PIB per capita ocupa a 22ª posição, com uma média de R$ 7 mil por habitante. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado, medido em 2005, é o 16º do país, registrando 0,755 pontos.
Em 2009, a população estimada era de 7,43 milhões de habitantes, a nona no ranking nacional, o que resulta em uma densidade populacional de 5,96 habitantes por quilômetro quadrado (21ª no ranking brasileiro). Boa parte da população (pouco mais de 2 milhões) vive na região metropolitana da capital, Belém.
É nas cidades onde se encontra a maioria da população (66%). A grande maioria é de cor parda (73%). Os brancos representam 22,8%; os negros, 3,7% e, apesar da histórica presença de etnias indígenas no estado, amarelos ou indígenas representam apenas 0,6% da população.
A imigração foi predominantemente feita por portugueses, japoneses, italianos, libaneses e franceses. Há também forte presença de maranhenses, entre os imigrantes nacionais, que deixam o estado vizinho para viver no Pará.
Dados da Síntese dos Indicadores Sociais de 2009 revelam que 11,9% da população paraense é analfabeta, e que a expectativa de vida no estado é de 72,2 anos. Para cada mil nascidos, é registrada uma taxa de mortalidade infantil que atinge 23,7 crianças.
As indústrias estão mais concentradas na região metropolitana de Belém e nos municípios de Marabá e Barcarena. O extrativismo mineral de ferro, bauxita, manganês, calcário, ouro e estanho estão entre as principais atividades econômicas do estado, bem como a extração de madeira, a agricultura e a pecuária. Turismo e indústrias também têm papel de grande relevância para o estado, que é o maior produtor de pimenta do reino do Brasil. A indústria madeireira também tem destaque na economia do estado.
Com um rebanho calculado em mais de 14 milhões de cabeças de bovinos, a atividade pecuária é mais presente no sudeste do estado, enquanto a agricultura é predominante no Nordeste. O Pará é um dos maiores produtores de pimenta do reino no Brasil, bem como de coco da Bahia e de banana – que tem São Félix do Xingu como o município com o maior produção do país.
O estado exporta mais de US$ 4,5 bilhões, anualmente, e importa menos de R$ 500 milhões. O produto mais exportado é o minério de ferro, com 31% da pauta de exportações. Em seguida vem o alumínio, com 22%. Entre os produtos importados, destaque para máquinas e equipamentos, seguido de veículos e peças.
No Congresso Nacional, é representado por 17 deputados federais e, como todas as demais unidades federativas, também por três senadores. O Executivo é chefiado pela governadora Ana Júlia (PT), tendo Odair Santos Corrêa (PSB) como vice.
Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) e do governo do Pará.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

sábado, 2 de outubro de 2010

Amazônia: LAR agropecuária somente agrônomo e PRAD somente florestal

William Lemos (o nórdico) publicou

LAR para Pecuária somente Agrônomos...

É notícia nova que ainda será bastante divulgada aos que interessam...

O CREA através de suas Câmaras Técnicas, decidiu que para empreendimentos rurais que desejam obter a LAR (Licença da ATIVIDADE Rural) para PECUÁRIA, deverão fazê-lo através de Projeto Técnico apresentado EXCLUSIVAMENTE por ENGENHEIROS AGRÔNOMOS. Ponto final para os projetos apresentados de "qualquer jeito" onde confundia-se Licença da ATIVIDADE Rural com Licença AMBIENTAL Rural. Particularmente este bloger apoia e concorda com a decisão.

Outra decisão tomada pelas Câmaras Técnicas é a que especifica que APENAS ENGENHEIROS FLORESTAIS poderão ser responsáveis por PRADs (Projetos para Recuperação de Área Degradada).

CONCORDO PLENAMENTE TAMBÉM! E, não podemos esquecer que como diz o ditado: Cada macaco no seu galho.

Os órgão Ambientais e os CREAs deverão ser todos notificados do fato. As Empresas de Consultoria também.

ATENÇÃO PROFISSIONAIS DO SISTEMA CONFEA/CREA: MUITO CUIDADO NA ELABORAÇÃO DE SUA ART.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Amazônia: prorrogação da averbação da RL

Aviso a todos os interessados e especuladores.

O adiamento da averbação da Reserva Legal não é válido para os propriedades cujo desmatamento ocorreu no Bioma Amazônia!

Veja o decreto!

Leia o Decreto 6.514 editado.

Infelizmente a Amazônia sofrerá mais um pouco.

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