sexta-feira, 27 de maio de 2011

Amazônia: esposa de agricultor paraense prova por A + B que tem coragem de mamar em onça

Segundo reportagem do jornal Correio do Tocantins, cidade de Marabá (ed. 26-27/05, caderno 1, pag. 2), agentes do IBAMA resgataram uma onça pintada que era criada em casa pela filha de um agricultor, no município de Pacajá/PA.

De acordo com as informações prestadas pelo coordenador da operação Parakanã do IBAMA, a esposa do agricultor e mãe da dona da onça procurou voluntariamente o órgão para entregar o animal, pois a onça estava grande e as despesas com a sua manutenção eram muito grandes.

A questão aqui é verdadeira e cabal para este episódio:

Teve a agricultora mais coragem por ter criado a onça ou por ter procurado “voluntariamente” o IBAMA?

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Amazônia: a Preservação do Rolex (Ciro Siqueira)

 

Excelente!!! Só negritei o que achei mais negritável e o autor nem se importa.

A preservação do Rolex

Após denúncias anônimas, militares da 7ª Companhia Independente de Polícia Militar detiveram, nesta sexta-feira, 05 de março, dois acusados de desmatamento de palmito nativo, em Ibatiba, região sul do Estado do Espirito Santo.


Em uma feira livre da cidade, G.A.U., 23 anos, que vendia o produto, foi localizado e detido. Com ele estava S.M., 44 anos, que comprava o produto e também foi detido. Miriam Leitão, Carlos Minc, eu e você, que consumimos o produto, continuamos soltos.


Há diferenças entre quem assalta um jornalista no sinal de trânsito para roubar um Rolex e quem rouba um pão. O ambientalismo, luxo de quem tem anseios básicos satisfeitos, trata gente como G.A.U. e S.M. como um ladrões de Rolex, quando na verdade eles estão roubando pão.


Meio ambiente é Rolex para quem tem tudo e pão para quem não tem nada. Eis a raíz dos absurdos que se comete em nome da preservação do Rolex.

Amazônia: acompanhe a tramitação do Código Florestal

 

24/05/2011

Aprovada a Emenda de Plenário n.º 164. Sim: 273; não: 182; abstenção: 02; total: 457.

24/05/2011

Votação do artigo 33, § 5º da Emenda de Plenário nº 186, objeto do Destaque para votação em separado da bancada do PT.

24/05/2011

Votação do inciso IV do § 5.º do art. 38 da Emenda de Plenário n.º 186, objeto do Destaque para votação em separado da bancada do PT.

24/05/2011

Mantido o texto.

24/05/2011

Mantido o texto.

24/05/2011

Rejeitada a Emenda de Plenário nº 138, objeto do Destaque para votação em separado da bancada do PT.

24/05/2011

Votação da Redação Final.

24/05/2011

Aprovada a Redação Final assinada pelo Relator, Dep. Aldo Rebelo (PCdoB/SP).

24/05/2011

A matéria vai ao Senado Federal ( PL 1.876-C/99).

24/05/2011

Desapensação automática dos PLs 4.524/2004, 4.091/2008, 4.395/2008, 4.619/2009, 5.226/2009, 5.367/2009, 5.898/2009, 6.238/2009, 6.313/2009 e 6.732/2010, em face da declaração de prejudicialidade dos mesmos.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Amazônia: veja 410 bravos brasileiros que querem defender nossa soberania

 

Resultado da votação do código florestal brasileiro (clique aqui para ver resultado complreto):

Resultado:

Sim:410

Não:63

Abstenção:1

Total da Votação:474

Art. 17:1

Total Quorum:475

Obstrução:1

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Amazônia: a incompetência ambiental brasileira prestando serviço para manter seu atestado de burrice

 

Estou acompanhando os ditos “ambientalistas”do Brasil a colarem possíveis frases de ex-ministros de meio ambiente.

Os ex-ministros se encontram em uma situação bastante particular:

1) Se apoiarem a proposta de atualização do código florestal estarão também alegando que foram incompetentes por não terem promovido a regularização ambiental dos produtores brasileiros, principalmente; e

2) Se não apoiarem a proposta de atualização do código florestal estarão também alegando que continuam incompetentes por estarem perpetrando uma lei que já trouxe o país para o caos da regularização ambiental dos produtores brasileiros.

VAI ENTENDER COM QUE TIPO DE INSTRUMENTOS E ALEGAÇÕES SE APEGAM OS AMBIENTALISTAS DO BRASIL.

 

CÓDIGO FLORESTAL ATUALIZADO E REVISADO JÁ!

sábado, 21 de maio de 2011

Amazônia: e o estranho hábito PTista de roer a corda, passar a perna, trapacear…

 

Governo recua e rejeita acordo para votação do Código Floresta (20/05/2011)

Fonte: Valor Econômico
Link: http://www.valoronline.com.br/

Por: Paulo de Tarso Lyra e Mauro Zanatta

Um dia após ceder à pressão de aliados e ruralistas no Congresso, o governo rejeitou um acordo fechado por líderes de sua coalizão partidária para votação do novo Código Florestal na Câmara.

O Palácio do Planalto surpreendeu os parlamentares governistas ontem ao afirmar que não há consenso sobre o texto.  "Não aceitamos área consolidada ampla e irrestrita como apresentado na emenda", disse o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, ao Valor.

Patrocinada pelo líder pemedebista Henrique Eduardo Alves (RN), a emenda a que se refere o ministro autoriza atividades rurais em beiras de rio e tem amplo apoio dos partidos aliados, à exceção do PT.  Até a oposição firmou o pacto.  "Se puder chegar a um acordo e votar, melhor para todo mundo.  Mas, do jeito que está, com esse texto, o governo não aceita", afirmou o ministro.

Mesmo com a costura do PMDB, a proposta terá que ser negociada ao longo do fim de semana, segundo Luiz Sérgio.  O ministro disse, porém, que isso não significa um novo adiamento da votação do código no plenário da Câmara.  Luiz Sérgio afirmou que o texto será submetido à avaliação de todos os ministérios envolvidos na discussão.  Ou seja, Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Meio Ambiente, também darão sua opinião sobre a emenda alinhavada pelos deputados aliados.  "Nós queremos diluir essa responsabilidade", disse o ministro.

Responsável pela criticada coordenação política do governo, Luiz Sérgio admite a pressão do PMDB pela rápida aprovação do texto.  Para garantir o adiamento da votação na semana passada, e a consequente derrota do governo no plenário, o líder Henrique Alves comprometeu-se com sua bancada a votar o código antes de qualquer outra iniciativa.  A tese foi defendida pelo PMDB durante reunião, no Planalto, com Luiz Sérgio, o chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Diante da reticência do Planalto, Henrique Alves costurou o acordo da emenda, o que atende em quase tudo a bancada ruralista, mas deixa de fora a delegação de poder ambiental aos Estados.  "Politicamente, isso seria fácil.  Mas o governo jamais poderia aceitar, até para não assumir uma postura de irresponsabilidade ambiental", avaliou Luiz Sérgio.

O governo ainda está "desconfortável" com a permissividade dispensada pelo texto do líder pemedebista às Áreas de Proteção Permanente (APPs) em beiras de rio.  Na avaliação do governo, do jeito que está, a emenda premia quem planta ou cria gado de forma irregular em margens de rios.  Na Câmara, os aliados defendem o acordo.  Afirmam ter "virado o jogo" ao transformar uma derrota do Planalto, traduzida pela emenda da oposição que transferia poderes aos Estados, em uma "alternativa viável" de texto.

O Planalto argumenta com os líderes aliados que a combinação de um código mais brando e o avanço do desmatamento na Amazônia Legal destruirá a boa imagem da política ambiental brasileira no cenário internacional.  Os aliados afirmam que os deputados têm que prestar contas aos seus eleitores aqui, e não ao público do exterior.

No Congresso, os governistas avaliam que o Planalto "errou na abordagem e na condução" do assunto.  Tratou a base como inimiga, misturou "reivindicações justas" da bancada ruralista aliada com movimentos da oposição para "sabotar" o governo.

Nos bastidores, deputados influentes afirmam que o governo transformou uma "guerra de libertação" em uma "guerra civil".  Ao impedir a votação na semana passada, de forma desastrada, os líderes "reforçaram" os partidos de oposição.  A união dos partidos aliados não comoveu o governo.  Pior do que isso, os governistas teriam que apoiar a emenda do DEM.  "Os esforços dos líderes resultaram num acordo para votação.  Quase todos os partidos estão aderindo", disse ontem o relator Aldo Rebelo (PCdoB-SP), em entrevista coletiva.  O deputado disse que o texto prevê "análise caso a caso" das APPs para decidir o que deve ser recuperado ou ter o uso consolidado.  "Não há nada consolidado.  Não tem por quê o governo ficar contra.  Confio que a presidente Dilma deseja o que o Congresso deseja", afirmou Rebelo.  Ele diz que "qualquer área" pode ser desocupada se assim ficar decidido pelos programas de regularização ambiental (PRAs) em estudos sobre águas e solos.

Agora, argumentam líderes aliados, o governo adota a mesma postura ao rejeitar a nova proposta costurada por todos os líderes aliados.  PMDB, PP, PTB, PDT, PR, PSC estão juntos.  Alguns petistas e deputados oposicionistas de PPS, DEM e PSDB, também.  Apenas PSOL e PV não firmaram o acordo.  Mas o Planalto não abre mão de dar a palavra final: "O que o governo tem proposto é muito melhor do que o decreto cair e voltarmos à legislação antiga", insiste o ministro Luiz Sérgio, ao referir-se ao decreto de crimes ambientais, que passará a vigorar em 11 de junho para multar e punir produtores rurais em situação ilegal.  Líderes de partidos governistas já avisaram ao Planalto a iminência da derrota do governo no plenário da Câmara.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Amazônia: Instruções Normativas MPA

Pescador esteja atento e acompanhe a normatização da sua atividade pelos seguintes links:

Instrução Normativa nº 05 - Publicada em 16.05.11
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Instrução Normativa Interministerial Nº 07 (MPA e MMA) - Publicada em 16.05.11
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Instrução Normativa Interministerial Nº 06 (MPA e MMA) - Publicada em 18.04.11
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Instrução Normativa Interministerial Nº 05 (MPA e MMA) - Publicada em 18.04.11
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Instrução Normativa Interministerial Nº 04 (MPA e MMA) - Publicada em 19.04.11
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Instrução Normativa nº 04 - Publicada em 15.03.11
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Instrução Normativa nº 03 - Publicada em 18.02.11
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Instrução Normativa Interministerial Nº 03 (MPA e MMA) - Publicada em 31.01.11
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Instrução Normativa nº 02 - Publicada em 26.01.11
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Retificação na Instrução Normativa nº 01 - Publicada em 21.01.11
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Instrução Normativa Interministerial Nº 02 (MPA e MMA) - Publicada em 17.01.11
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Instrução Normativa nº 01 - Publicada em 20.01.11
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Instrução Normativa nº 01 - Publicada em 20.01.11
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Instrução Normativa Interministerial Nº 01 (MPA e MMA) - Publicada em 14.01.11
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Para maiores informações visite o site do Ministério da Pesca e Aquicultura: http://www.mpa.gov.br/

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